Você cola o link de uma música do YouTube. O sistema baixa, descobre o
andamento, o tom, os acordes e a letra, e devolve um player feito para estudar e para
tocar no dia do evento.
Sem login. Tudo fica guardado no próprio aparelho, no navegador —
inclusive o áudio. Depois de pronto, funciona sem internet. Não precisa de conta nem senha.
Com login (Google) e Google Drive. As músicas vão para a pasta
"Repertórios Songs" do seu Drive. Abre em qualquer aparelho e tem link para os músicos.
Com login e "só neste aparelho". Você escolhe onde guardar cada
repertório na hora de criar; dá para enviar depois um repertório do aparelho para a conta.
Instalado no celular. Adicione à tela de início e ele abre como aplicativo,
em tela cheia, com ícone próprio.
Tema claro e escuro, com um botão no topo de cada tela. O padrão é escuro,
para descansar a vista no palco.
Letra maior ou menor no site inteiro (A− / A+, sete degraus): a estante fica
longe, e o que está na tela precisa ser lido de onde se toca.
Montar o repertório
Uma música: cole o link do YouTube e pronto.
Uma playlist inteira: o sistema lê a playlist, mostra a lista antes
(com duração e o que já está no repertório) e você escolhe importar tudo ou só uma música.
Sem repetir: música que já está no repertório é recusada com aviso.
Reaproveitar: "já tenho essa música em outro repertório" traz a música
pronta — com áudio, acordes, letra e anotações — sem baixar de novo.
Cancelar: dá para desistir de uma música ou de uma playlist inteira
enquanto ela está sendo preparada.
Ordem: subir e descer as músicas.
Excluir uma música ou o repertório inteiro (com pergunta antes) — a lixeira
fica no próprio cartão, em "Meus repertórios".
Dados do evento: nome, data e local do repertório.
Etiquetas (gospel, sertanejo, receptivo…) e busca por
nome, etiqueta ou título de música — serve para responder "em quais repertórios está tal música?".
Analisar de novo uma música (por exemplo, se o tom saiu errado) e
tentar de novo quando o download falha.
O que o sistema descobre sozinho
Andamento (BPM) e a posição de cada batida da música.
Tom, inclusive quando a música muda de tom no meio (mostra "E maior → F maior").
Acordes ao longo do tempo, com reconhecimento dedicado (rede neural
madmom). Em testes contra cifras de referência, acertou cerca de 89% do tempo.
Letra, buscada automaticamente: quando existe letra sincronizada, ela
acompanha a música linha a linha.
Volume da gravação, para igualar músicas que vêm mais altas ou mais baixas.
Duração real do áudio e o título da música.
Tudo isso pode ser corrigido à mão: título, BPM, tom, acordes, letra.
Player
Cada repertório é uma playlist: tocar, pausar, próxima, anterior,
voltar e avançar 3 segundos, barra de posição.
Velocidade de 50% a 150% sem alterar o tom — dá para estudar devagar.
Trocar o tom com um toque: o − e o + ficam ao lado de "Tom", junto dos
acordes. A cifra inteira muda de tom na hora — a faixa de acordes, o "Agora/Próximo", as
formas no braço e a cifra em cima da letra — e a gravação vai junto, no tom
novo e na mesma velocidade. Até 6 semitons para cada lado, e o tom escolhido fica guardado
por música.
Capotraste por música (até a 11ª casa): os acordes aparecem na forma que
você toca, e o som continua no tom original.
Acordes na tela: "Agora", "Próximo" e "Depois", mais a faixa com todos os
acordes — toque em um para pular até ele. Logo abaixo, o aviso de que nem todos os acordes
podem estar corretos, com o atalho para corrigir.
Forma do acorde desenhada no violão e no teclado, acompanhando tom e capotraste.
Letra na tela, com a linha cantada em destaque, rolagem automática, toque
na linha para pular, tamanho ajustável e ajuste fino de sincronia por aparelho.
Cifra na letra: os acordes aparecem em cima das linhas.
Tradução da letra (repertório internacional): a tradução aparece embaixo
de cada linha, menor, para quem canta saber o que está dizendo. Inglês e espanhol para
português. É noção do significado, feita por computador — não tradução artística.
Repetir: nenhuma, a playlist toda ou uma música.
Silenciar uma música (para todos, ou só no seu aparelho, no link dos músicos).
Modo apresentação: tela cheia, letras enormes, acorde atual e próximo,
e a tela não apaga enquanto você toca.
Tela de bloqueio: o celular mostra a música e permite pausar por ali.
Metrônomo
Junto com a música: clica nas batidas que o sistema detectou, no tempo certo.
Sozinho: BPM escolhido no número, na barra ou nos botões ±1, ±2, ±5, ±10 e ±20.
Bater o ritmo com o dedo para o sistema descobrir o BPM.
Compassos: 1/1 (sem acento), 2/4, 3/4, 4/4 e 6/8.
Subdivisões: só o tempo, colcheias, tercinas ou semicolcheias.
Só o metrônomo desta música: um botão por música, no andamento dela — e o
BPM do metrônomo pode ser salvo diferente do BPM detectado.
Contar um compasso antes de a música começar.
Volume próprio e ajuste fino de milissegundos, se o som do
seu aparelho atrasar.
Página própria:pramusico.com.br/metronomo abre só
o metrônomo, sem repertório nenhum — para levar no ensaio.
Tocar junto com a banda: cada músico abre o mesmo repertório no celular
dele e todos pulsam juntos. Quem liga o metrônomo puxa os outros. A piscada e a vibração
andam juntas; o clique no fone pode sair alguns milésimos diferente de aparelho para
aparelho — e a tela diz isso.
Afinador, metrônomo e piano à parte
Três ferramentas que abrem sozinhas, sem repertório e sem conta — dá para
guardar o endereço direto no celular.
Afinador (/afinador): ouve pelo microfone, mostra a
nota, se está alta ou baixa e o quanto — e tem os toques de afinação do violão.
Metrônomo (/metronomo): o mesmo do player, com
compasso, subdivisão, bater o ritmo com o dedo e volume próprio.
Piano: teclado em tela cheia para tirar uma nota, conferir um acorde ou dar
o tom para o cantor. Abre em pé no celular (uma oitava e meia) e vira quatro oitavas no
computador; dá para andar pelas oitavas, e ele lembra onde você parou.
Os três usam o mesmo som e a mesma medição do player — o clique do
metrônomo e a leitura do afinador são os mesmos lá dentro.
Separar os instrumentos e tocar por cima
Separar a gravação em quatro: vocal, bateria, baixo e o resto, cada um
por conta. Dá para tirar o vocal e virar playback, ouvir só baixo
e bateria para pegar a levada, ou tirar da gravação justamente o instrumento que
você vai tocar ao vivo — para não ficar colando na referência.
Silenciar cada parte ao vivo: mexer nos instrumentos não recarrega nada
e não perde o ponto da música. Velocidade, tom e capotraste continuam funcionando igual.
Só quando você pede: a separação leva alguns minutos e ocupa espaço, e
a maioria das músicas nunca precisa. Fica guardada depois de feita.
Partitura de um instrumento: depois de separar, dá para transcrever o
vocal (ou o baixo, ou o que for) em partitura na tela, e baixar o arquivo
.musicxml para abrir no MuseScore, Finale ou Sibelius.
Gravar sua própria ideia: em "Minhas ideias" você grava pelo microfone o
arranjo que cantarolou ou a linha vocal que compôs, e recebe a partitura de volta. Fica
fora dos repertórios — rascunho não aparece no link que vai para a banda.
Para estudar
Repetir um trecho (A–B): marque o começo e o fim de um trecho difícil e a
música fica repetindo só esse pedaço, até você sair do loop.
Partes da música (intro, verso, refrão, solo…): marque no tempo certo,
pule direto para elas e repita uma parte inteira.
Estudo progressivo: o trecho repete subindo 5% da velocidade a cada duas
voltas, até chegar a 100%.
Correção de acordes na própria tela: trocar, inserir e remover. O painel
fica aberto logo abaixo dos acordes, porque quase toda música precisa de um retoque.
Desfazer em tudo que mexe na cifra e na letra: acorde trocado, inserido ou
removido, parte marcada ou apagada, letra trocada, colada ou removida, e o acerto de tempo da
letra. O botão diz o que vai voltar ("↶ Desfazer: acorde trocado") e dá para voltar vários
passos.
Anotações por música ("entra quando a noiva chegar na porta").
Gravar sua própria ideia: em "Minhas ideias" você grava pelo microfone o
arranjo que cantarolou ou a linha vocal que compôs. Fica fora dos repertórios — rascunho
não aparece no link que vai para a banda.
Atalhos de teclado no computador: espaço toca e pausa, setas voltam e
avançam 3 segundos, P e O trocam de música, A e B marcam o trecho e Esc desfaz o loop,
L letra, M metrônomo, F forma do acorde, − e + velocidade, [ e ] tom.
Cifras para imprimir (PDF): letra com os acordes em cima, uma música por página.
No dia do evento
Começo e fim por música: corte a introdução falada, a vinheta ou o final
longo — o player toca só o trecho que interessa.
Fade de saída de 2, 4, 6 ou 10 segundos.
Volume igualado entre as músicas, para não correr ao controle.
Momentos do casamento: entrada da noiva, alianças, saída dos noivos,
receptivo, festa… a lista fica agrupada por momento.
Roteiro da cerimônia (PDF): ordem, tempo de cada música, tom, BPM,
anotações, tempo total e um quadradinho para marcar o que já tocou.
Funciona sem internet: repertório no aparelho já está pronto; repertório
da conta tem o botão "baixar para ouvir sem internet".
Com a banda e com os músicos
Link para os músicos: eles abrem sem conta e sem senha, e veem só o player.
Envio pelo WhatsApp com a mensagem pronta.
Gerar link novo quando quiser (o antigo para de funcionar).
Selos "nova" e "atualizada" para o músico ver o que mudou desde a última vez.
Retorno do músico: ele marca "❓ tenho dúvida" e escreve o que ficou em
aberto; você vê o aviso no cartão do repertório, na página e no painel.
Aviso no celular do músico quando o repertório muda.
Painel de uso: quantos aparelhos abriram o link, quantas vezes, quais
músicas foram ouvidas e quais ninguém ouviu.
Convidar quem monta junto: por link, com papel de editar ou
só ouvir. Quem foi convidado não exclui o repertório nem mexe no link.
Guardar, copiar e proteger
Onde guardar: no seu Google Drive ou só no aparelho — sua escolha, repertório a repertório.
Cópia em arquivo (.zip): baixa dados e músicas do repertório do aparelho;
abrir a cópia recupera tudo em outro navegador ou celular.
Cópia dos dados no Drive: quem guarda no Drive recebe, na mesma pasta, um
arquivo com letras, acordes, anotações e ordem — e pode restaurar a partir dele,
reaproveitando o áudio que já está lá.
Enviar do aparelho para a conta quando quiser passar um repertório para o Drive.
Proteção dos dados do aparelho: a tela mostra o espaço usado e pede ao
navegador para não apagar seus repertórios.
Backup diário do sistema (no servidor e no Drive), com teste semanal que abre
o backup e confere se ele está legível.
Vigia sozinho: espaço em disco, sobras de arquivos e bloqueio do YouTube
viram aviso no topo da tela para o dono do sistema.
O que ele não faz (e os limites)
Para preparar uma música é preciso internet. Depois de pronta, tocar não precisa.
Cada música leva cerca de 1 minuto para ficar pronta, uma de cada vez. Música
que já foi analisada por alguém entra quase na hora.
Vídeos de até 20 minutos e playlists de até 100 músicas por importação.
Repertório guardado só no aparelho não tem link para os músicos — para isso,
guarde no Drive (ou envie para a conta).
No iPhone, o navegador pode apagar os dados de um site depois de dias sem uso; por isso vale
instalar na tela de início.
Tom e acordes são estimativas de um algoritmo ouvindo a gravação. Acertam o
grosso (cerca de 89% do tempo nos testes), mas erram em acordes com sétima, baixo trocado e
trechos rápidos — confira com o ouvido e corrija na tela. O que você corrigir fica salvo e vale
para todos os músicos, e dá para desfazer.
O sistema não publica nada e não mostra seus repertórios para outras pessoas:
cada conta vê só o que é dela ou o que foi compartilhada com ela.
Pronto para começar?
Dá para experimentar agora, sem criar conta: o que você montar fica guardado neste aparelho.